Como escolher o seguro de viagem internacional

O seguro de viagem é o tipo de coisa que a gente reza para nunca precisar usar, mas viajar sem ele seria, no mínimo, uma atitude irresponsável, principalmente em uma viagem tão longa e na companhia de uma criança.

Nos grupos de viagens que participo, de vez em quando vejo algumas pessoas reclamando do alto custo desse tipo de serviço e dos riscos que elas preferem tomar viajando sem cobertura. Ninguém melhor do que a própria pessoa para saber quanto pode gastar e de quais luxos pode despender. Acima do meu ponto de vista como mãe, meu conselho como viajante para qualquer pessoa é: não viaje sem seguro! Não é luxo, é uma necessidade. Além do mais, alguns países não permitem a entrada de visitantes estrangeiros sem um seguro contratado. (Os países que fazem parte do Tratado de Schengen, por exemplo, estabelecem a obrigatoriedade de contratação de seguro com valor mínimo de 30.000 euros).

A gente passa tanto tempo programando o roteiro, planejando o orçamento, escolhendo passeios, selecionando hotéis, acompanhando de perto cada detalhe. Imagina tudo isso ir por água abaixo por causa de um imprevisto! Pode acontecer uma coisa boba, como uma dor de cabeça chata devido ao jet lag (e que pode ser facilmente resolvida com algum remédio da farmacinha). Mas já pensou se acontece algo mais sério, como uma crise de vesícula ou um tornozelo quebrado? É melhor estar preparado para os imprevistos e contratar um seguro do que depender da sorte e gastar uma pequena fortuna com o tratamento.

Desde que tomei a decisão de fazer essa viagem e comecei a pesquisar os destinos, coloquei o seguro na planilha de despesas e fiz várias cotações com operadoras de turismo, com o Bradesco Seguros, com os sites que oferecem o serviço pela internet e analisei o seguro do cartão de crédito. Depois de muito analisar, escolhemos o World Nomads, que saiu mais barato do que os demais e ainda pudemos selecionar todos os países por onde vamos passar. Além do mais, fora os países que estavam na nossa programação, o seguro do World Nomads também oferece cobertura para os cruzeiros marítimos.

Viajar com seguro garante a tranquilidade para os imprevistos.

Uma das coisas que eu buscava, pelo menos para essa viagem específica, era que a gente não precisasse ligar para agendar um atendimento. Com o serviço do World Nomads que escolhemos, basta se dirigir ao local para receber a assistência e depois enviar a nota para ressarcimento. Como essa é a primeira vez usando o seguro e ainda não foi necessário acioná-lo (e espero nunca precisar!), não tenho como avaliar. Ainda de acordo com as opiniões de outros viajantes, o contratempo que a maioria dos que precisaram acionar o seguro teve foi para receber o reembolso das despesas.

Independentemente da seguradora, é importante avaliar de antemão as regras para entrada em cada país que você vai visitar e escolher a partir daí. Mesmo nos países que não exigem seguro de viagem, é melhor incluir essa despesa no orçamento do que ter uma grande dor de cabeça depois. 

Autor: Rafaela Pinheiro

Descobriu que é hora de levantar vôo, e agora carrega seu maior Ben nos braços, dando asas à felicidade rumo a viagens inesquecíveis mundo afora.

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