O poder do dinheiro

Me ajudem, deu uma travada no tico e teco aqui, e não é de hoje.

Faz muito tempo que eu tento compreender o poder do dinheiro. Como pode uma folha fina e frágil, muitas vezes suja e cheia de história para contar, de todas as mãos por onde passou, determinar a “nobreza” ou “pobreza” de um ser humano?

Pote de ouro no fim do túnel???

O dinheiro é simplesmente um pedaço de papel. Quem deu valor a ele? E por que ele tem (tanto) valor? O que faz uma folha com um número impresso, rostos e cores distintas, ser moeda de troca para qualquer coisa?

Penso que no passado, fazia muito mais sentido quando você trocava bens por bens. O câmbio era de algo real por algo real, geralmente itens de consumo por outro item que viria a ser usado. E estamos aqui hoje, surtando e pirando na batatinha para encontrar nosso propósito ou como empreender para conquistar um papel – de preferência, muitos deles – que nada mais é do que uma cédula simplesmente, que por si só não produz nada, não oferece nada.

Como pode o dinheiro PAGAR uma refeição, a aquisição de uma casa (sem contar a concepção e construção dela), proporcionar viagens, mais ou menos luxuosas – isso depende do número de folhinhas mágicas você tenha – e tudo mais na vida!!! Sou só eu que acho o dinheiro uma grande ilusão? Tudo que é produzido tem o suor humano, as humilhações, sonhos, conquistas, planejamento, matéria-prima, matéria humana (mais uma vez), e uma série de atuações e atividades sem fim. Como a gente se deixa pagar por folhas de papel nominadas dinheiro? Sem esquecer que, a gente usa a mesma coisa – folhas de papel – para se limpar após necessidades fisiológicas. PAPEL, lixo a ser reciclado.

Isso visual sim é de graça, mas chegar aqui não foi…

E esse questionamento que me persegue ficou muito mais latente após assistir a série LA CASA DE PAPEL, na Netflix (que por sinal, super recomendo conhecer). É loucura você constatar que algumas pessoas se matam de trabalhar para ao fim do mês que vai servir para acerto de contas com uma série de empresas por prestações de serviços, para suprir tantas necessidades. Um papel, que é confeccionado por uma grande “gráfica” autorizada, uma casa da moeda, um banco central, seja lá o nome, mas que não temos controle algum da demanda, da necessidade, do destino final. Mas o que mais batuca na minha cabeça é sim, a loucura da nossa vida por míseros pedaços de folha, que qualquer gráfica ou impressora poderiam fazer, mas que só ganham valor quando são estampadas com selos invioláveis e que comprovam sua veracidade. Mas que valor é esse?

Quero, de verdade, auxílio para compreender o poder do dinheiro. O que você me diz sobre tudo isso? Parece loucura ou faz algum sentido pra você?

PS: Não estou me queixando da falta ou excesso de dinheiro, sou grata a todas as oportunidades que tenho vivenciado, mas não entendo a relação direta do dinheiro com o consumo.

Mantendo a sanidade mesmo na loucura do dia a dia (e da mente)!

Perguntas que não precisam de respostas

Tem sido difícil compreender que algumas perguntas não necessariamente precisam de uma resposta, e que muitas vezes, você pede um sinal do Universo, a Deus, a qualquer força superior que você acredita e ama, e novas perguntas surgem aos seus olhos. Pode ser que à primeira vista elas pareçam casuais, mas se você estiver atento de que os sinais estão em qualquer situação, irá perceber que elas têm muito a te dizer.

Tem sido difícil compreender que algumas perguntas não necessariamente precisam de uma resposta, e que muitas vezes, você pede um sinal do Universo, a Deus, a qualquer força superior que você acredita e ama, e novas perguntas surgem aos seus olhos. Pode ser que à primeira vista elas pareçam casuais, mas se você estiver atento de que os sinais estão em qualquer situação, irá perceber que elas têm muito a te dizer.

Seguindo as últimas 2 postagens sobre questionamentos que te possibilitam refletir, introduzo aqui mais dez perguntas que vão mexer com seus pensamentos e sentimentos:

  1. Você prefere ser um gênio preocupado ou uma pessoa simples e alegre?
  2. Por que você está onde está?
  3. Você é o tipo de amigo que quer como amigo?
  4. O que é pior, quando um bom amigo se afasta, ou perder o contato com um bom amigo que mora bem perto de você?
  5. Qual a coisa pela qual você é mais agradecido na vida?
  6. Você prefere perder todas suas velhas memórias ou nunca ser capaz de fazer novas amizades?
  7. Será que é possível saber a verdade sem desafiá-la primeiro?
  8. Alguma vez o seu maior medo se tornou realidade?
  9. Você se lembra daquela vez cinco anos atrás, quando você estava extremamente chateado? Será que aquilo realmente importa agora?
  10. Qual é a sua memória mais feliz infância? O que a torna tão especial?

Pense nisso. Responda se quiser. Chore se precisar. Mas permita-se digerir essas frases “inocentes” que podem dizer muito sobre você.

Compartilhe com seus amigos. Pode ser que você traga a tão desejada resposta para alguma situação ou momento dessa pessoa.